MENSAGEM Nº. 362 - ANO VI
ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO E A INDULGÊNCIA PLENÁRIA.
Queridos irmãos e irmãs, Pax Domini sit semper vobiscum!
A Igreja tem a autoridade de Jesus Cristo para auxiliar os cristãos no seu processo de salvação (Mt 16, 18). Deus deseja que todos se salvem e façam parte da sua felicidade. As adorações ao Santíssimo Sacram ento feitas em nossas comunidades são um momento de profunda renovação. Além de rezarmos pelas vocações, como já é de costume, podemos aproveitar melhor esta presença salvadora de Jesus orando pela salvação nossa ou de uma pessoa que esteja no purgatório.
Irei me servir neste momento de uma pesquisa feita no livro do Prof. Felipe Aquino: "O que são as Indulgências" da Editora Cléofas. Que merece ser lido para maiores informações.
O uso das indulgências é muito antigo na Igreja, desde o início ela usou o seu poder de remir a pena temporal dos pecadores. O sacramento da Reconciliação teve uma evolução. No início as penitencias dadas aos penitentes eram muito severas. Os penitentes recorriam à intercessão dos que aguardavam presos se preparando para o martírio na época das perseguições. Neste período eram escritas as "cartas de paz" onde o penitente pedia ao bispo a absolvição da pesada penitência pública que o confessor lhe impusera, e também da dívida para com Deus; a pena temporal que a penitência satisfazia. Deste modo era transferido para o pecador arrependido, o valor satisfatório dos sofrimentos do mártir. Foi nesta prática que se deu início ao uso da indulgência na Igreja.
Aos poucos a Igreja reconheceu oficialmente este gesto de solidariedade que recebeu o nome de "obras indulgenciadas". A remissão da pena temporal, ou seja, daquilo que ficou como cicatriz do pecado, tomou o nome de Indulgência. Este gesto sempre foi exigido da igreja um grande desejo de reconhecimento do amor de Deus e repúdio radical de todo pecado.
A doutrina das Indulgências foi revitalizada na Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrina, que esclarece o sentido profundo e teológico das indulgências.
A indulgência é "remissão", isto é, livra, liberta, da "pena temporal" devida aos pecados já perdoados. Ela pode ser parcial ou plenária, conforme liberta, em parte ou no todo, da pena temporal devida pelos pecados. Ninguém pode lucrar indulgências a favor de outras pessoas vivas sendo que qualquer fiel pode lucrar indulgências parciais ou para si mesmo ou aplicá-las aos defuntos como sufrágio.
A indulgência plenária pode se ganhar uma vez por dia, para si mesmo ou para as almas; realizando uma das seguintes obras:
1 - Adoração ao Santíssimo Sacramento pelo menos por meia hora.
2 - Leitura espiritual da Sagrada Escritura ao menos por meia hora.
3 - Piedoso exercício da Via Sacra.
4- Recitação do Rosário de Nossa Senhora na igreja, no oratório, na família ou na comunidade religiosa ou associação.
Para se lucrar a indulgência plenária, a cada dia, além de cumprir uma dessas quatro obras acima citadas, são também necessárias àquelas exigidas para todas as formas de indulgências plenárias: Confissão sacramental, Comunhão Eucarística e Oração pelo Papa (Pai-Nosso e Ave-Maria, no mínimo). Além disso, um desejo forte de conversão e o desejo de ganhar a indulgência plenária. Um belo e santo costume é oferecer a Nossa Senhora esta indulgência para que ela aplique a alma do purgatório que ela desejar. Através de nosso gesto solidário podemos ajudar muitos irmãos que só iremos conhecer na eternidade.
Como todas as coisas de Deus acontecem em nível de Fé, precisamos pedir ao Santo Espírito que nos ajude a vivermos uma vida de profunda solidariedade para entendermos o sentido profundo das indulgências.
Rio Grande, 22 de agosto de 2006.
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Ø Do sacramento da Reconciliação.
Ø Leitura Orante da Palavra de Deus - ler a Palavra em confronto com nossa vida.
Ø Ter uma profunda devoção a Virgem Santíssima – colocar Maria como modelo do nosso Sim ao projeto de Deus.
FREI GIRIBONE
(Frei José Francisco Giribone Cardoso OCD)
Data de nascimento: 18/09/1964 - Rosário do Sul, RS.
Filho de Victor Manoel Cardoso e Maria Angela Giribone Cardoso.
Ingressou no Seminário Carmelitano Teresiano em Passo Fundo RS: 18.08.1982.
Fez seu noviciado em 1983 no Convento de São Roque, SP.
Profissão na Ordem dos Carmelitas Descalços: 29/01/1984.
Estudou Filosofia no Instituto de Filosofia em Curitiba, PR.
Estudou Teologia na Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre RS.
Ordenação Sacerdotal: 06/05/1990.
Trabalhou na Promoção Vocacional e for mação inicial em Passo Fundo, RS: 1990-1995.
Curso de Espiritualidade em Santa Teresa e São João da Cruz em Ávila - Espanha: 1995-1996.
Segundo Conselheiro da Província Nossa Senhora do Carmo do Sul do Brasil: 1999-2001.
Envia mensagens sobre os Evangelhos e Festas da Igreja desde 2000.
Superior do Centro de Espiritualidade São João da Cruz em Porto Alegre: 1999-2001.
Mestre de Noviços: 1999-2001.
Pregador de Retiros Espirituais para sacerd otes, religiosos e leigos.
Pregador de Retiros de Cura e Libertação.
Pregador de Cenáculos da RCC.
Faz parte do Conselho de Presbíteros da Diocese do Rio Grande, RS.
Coordenador de área pastoral leste 01 da Diocese do Rio Grande, RS.
Recebeu o título de “Amigo da Marinha” e de “Cidadão Riograndino”.
Diretor espiritual dos mosteiros das carmelitas de Rio Grande e Pelotas.
Trabalha na Pastoral Carcerária da Diocese do Rio Grande, RS.
Orientador Espiritual da Comunidade Obra Nova em Pelotas, RS.
Orientador Espiritual da RCC - Rio Grande, RS.
Orientador Espiritual de diversos leigos.
Trabalha como Superior e Pároco na comunidade carmelita em Rio Grande, RS.
Endereço: Rua General Bacelar, 224 Rio Grande, RS CEP 96200 370.






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