Wednesday, August 23, 2006

MENSAGEM Nº. 362 - ANO VI

ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO E A INDULGÊNCIA PLENÁRIA.

Queridos irmãos e irmãs, Pax Domini sit semper vobiscum!

A Igreja tem a autoridade de Jesus Cristo para auxiliar os cristãos no seu processo de salvação (Mt 16, 18). Deus deseja que todos se salvem e façam parte da sua felicidade. As adorações ao Santíssimo Sacram ento feitas em nossas comunidades são um momento de profunda renovação. Além de rezarmos pelas vocações, como já é de costume, podemos aproveitar melhor esta presença salvadora de Jesus orando pela salvação nossa ou de uma pessoa que esteja no purgatório.

Irei me servir neste momento de uma pesquisa feita no livro do Prof. Felipe Aquino: "O que são as Indulgências" da Editora Cléofas. Que merece ser lido para maiores informações.

O uso das indulgências é muito antigo na Igreja, desde o início ela usou o seu poder de remir a pena temporal dos pecadores. O sacramento da Reconciliação teve uma evolução. No início as penitencias dadas aos penitentes eram muito severas. Os penitentes recorriam à intercessão dos que aguardavam presos se preparando para o martírio na época das perseguições. Neste período eram escritas as "cartas de paz" onde o penitente pedia ao bispo a absolvição da pesada penitência pública que o confessor lhe impusera, e também da dívida para com Deus; a pena temporal que a penitência satisfazia. Deste modo era transferido para o pecador arrependido, o valor satisfatório dos sofrimentos do mártir. Foi nesta prática que se deu início ao uso da indulgência na Igreja.

Aos poucos a Igreja reconheceu oficialmente este gesto de solidariedade que recebeu o nome de "obras indulgenciadas". A remissão da pena temporal, ou seja, daquilo que ficou como cicatriz do pecado, tomou o nome de Indulgência. Este gesto sempre foi exigido da igreja um grande desejo de reconhecimento do amor de Deus e repúdio radical de todo pecado.

A doutrina das Indulgências foi revitalizada na Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrina, que esclarece o sentido profundo e teológico das indulgências.

A indulgência é "remissão", isto é, livra, liberta, da "pena temporal" devida aos pecados já perdoados. Ela pode ser parcial ou plenária, conforme liberta, em parte ou no todo, da pena temporal devida pelos pecados. Ninguém pode lucrar indulgências a favor de outras pessoas vivas sendo que qualquer fiel pode lucrar indulgências parciais ou para si mesmo ou aplicá-las aos defuntos como sufrágio.

A indulgência plenária pode se ganhar uma vez por dia, para si mesmo ou para as almas; realizando uma das seguintes obras:

1 - Adoração ao Santíssimo Sacramento pelo menos por meia hora.

2 - Leitura espiritual da Sagrada Escritura ao menos por meia hora.

3 - Piedoso exercício da Via Sacra.

4- Recitação do Rosário de Nossa Senhora na igreja, no oratório, na família ou na comunidade religiosa ou associação.

Para se lucrar a indulgência plenária, a cada dia, além de cumprir uma dessas quatro obras acima citadas, são também necessárias àquelas exigidas para todas as formas de indulgências plenárias: Confissão sacramental, Comunhão Eucarística e Oração pelo Papa (Pai-Nosso e Ave-Maria, no mínimo). Além disso, um desejo forte de conversão e o desejo de ganhar a indulgência plenária. Um belo e santo costume é oferecer a Nossa Senhora esta indulgência para que ela aplique a alma do purgatório que ela desejar. Através de nosso gesto solidário podemos ajudar muitos irmãos que só iremos conhecer na eternidade.

Como todas as coisas de Deus acontecem em nível de Fé, precisamos pedir ao Santo Espírito que nos ajude a vivermos uma vida de profunda solidariedade para entendermos o sentido profundo das indulgências.

Rio Grande, 22 de agosto de 2006.

ATENÇÃO: ESTAMOS REZANDO POR VOCÊ EM NOSSA ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO.

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E NÃO SE ESQUEÇA:

Ø Celebração Eucarística e Adoração ao Santíssimo Sacramento.

Ø Do sacramento da Reconciliação.

Ø Leitura Orante da Palavra de Deus - ler a Palavra em confronto com nossa vida.

Ø Ter uma profunda devoção a Virgem Santíssima – colocar Maria como modelo do nosso Sim ao projeto de Deus.

FREI GIRIBONE

(Frei José Francisco Giribone Cardoso OCD)

Data de nascimento: 18/09/1964 - Rosário do Sul, RS.

Filho de Victor Manoel Cardoso e Maria Angela Giribone Cardoso.

Ingressou no Seminário Carmelitano Teresiano em Passo Fundo RS: 18.08.1982.

Fez seu noviciado em 1983 no Convento de São Roque, SP.

Profissão na Ordem dos Carmelitas Descalços: 29/01/1984.

Estudou Filosofia no Instituto de Filosofia em Curitiba, PR.

Estudou Teologia na Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre RS.

Ordenação Sacerdotal: 06/05/1990.

Trabalhou na Promoção Vocacional e for mação inicial em Passo Fundo, RS: 1990-1995.

Curso de Espiritualidade em Santa Teresa e São João da Cruz em Ávila - Espanha: 1995-1996.

Segundo Conselheiro da Província Nossa Senhora do Carmo do Sul do Brasil: 1999-2001.

Envia mensagens sobre os Evangelhos e Festas da Igreja desde 2000.

Superior do Centro de Espiritualidade São João da Cruz em Porto Alegre: 1999-2001.

Mestre de Noviços: 1999-2001.

Pregador de Retiros Espirituais para sacerd otes, religiosos e leigos.

Pregador de Retiros de Cura e Libertação.

Pregador de Cenáculos da RCC.

Faz parte do Conselho de Presbíteros da Diocese do Rio Grande, RS.

Coordenador de área pastoral leste 01 da Diocese do Rio Grande, RS.

Recebeu o título de “Amigo da Marinha” e de “Cidadão Riograndino”.

Diretor espiritual dos mosteiros das carmelitas de Rio Grande e Pelotas.

Trabalha na Pastoral Carcerária da Diocese do Rio Grande, RS.

Orientador Espiritual da Comunidade Obra Nova em Pelotas, RS.

Orientador Espiritual da RCC - Rio Grande, RS.

Orientador Espiritual de diversos leigos.

Trabalha como Superior e Pároco na comunidade carmelita em Rio Grande, RS.

Endereço: Rua General Bacelar, 224 Rio Grande, RS CEP 96200 370.

freigiribone@vetorial.net

Monday, August 21, 2006

MENSAGEM Nº 361 - ANO VI - XXI TEMPO COMUM (B)

MENSAGEM Nº. 361 - ANO VI XXI TEMPO COMUM (B)

“SEGUIR A CRISTO É GARANTIA DE ETERNIDADE”.

Pax Domini sit semper vobiscum!!!

No seguimento de Jesus Cristo encontramos alegrias e tristezas. Momentos de solidão espiritual e de grande júbilo. Entre os altos e baixos temos a certeza que este caminho nos leva à eternidade. Pedro novamente professa esta realidade para Jesus quando acontece a crise da aceitação de Jesus com Pão da Vida. Dentro do mês vocacional celebramos a vocação dos leigos. Os leigos são pessoas comprometidas nos diversos trabalhos dentro das comunidades. Eles têm uma importância fundamental para a evangelização. Quando assumimos o nosso batismo, nos comprometemos com o todo do Cristo. Somos alimentados por Ele para levarmos sua mensagem a todos os ambientes onde nos encontrarmos.

OREMUS: Ó Deus, que unis os corações dos vossos fiéis num só desejo, daí ao vosso povo amar o que ordenais e esperar o que prometeis, para que, na instabilidade deste mundo, fixemos os nossos corações onde se encontram as verdadeiras alegrias. Por nosso Senhor Jesus Cristo na unidade do Espírito Santo. Amém.

EVANGELHO (Jo 06, 60-69):

Naquele tempo, muitos dos discípulos de Jesus que o escutaram, disseram: “Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?” Sabendo que seus discípulos estavam murmurando por causa disso mesmo, Jesus perguntou: “Isto vos escandaliza? E quando virdes o Filho do homem subindo para onde estava antes? O Espírito é que dá vida, a carne não adianta nada. As palavras que vos falei são espírito e vida. Mas entre vós há alguns que não crêem”. Jesus sabia, desde o início, quem eram os que não tinham fé e quem havia de entregá-lo. E acrescentou: É por isso que vos disse: ninguém pode vir a mim a não ser que lhe seja concedido pelo Pai”. A partir daquele momento, muitos discípulos voltaram atrás e não andavam mais com ele. Então, Jesus disse aos doze: “Vós também vós quereis ir embora?” Simão Pedro respondeu: “ A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o Santo de Deus.

"TU TENS PALAVRAS DE VIDA ETERNA”.

O texto do Evangelho de São João neste capítulo seis é um dos mais radicais da Sagrada Escritura. A aceitação de Jesus como “Pão da Vida” se faz necessária para a nossa salvação. Neste momento surge a grande crise em que os discípulos que seguiam a Jesus, uma parte deles, irão abandoná-lo por acharem suas palavras muito duras. Por que duras? Porque muitos queriam um Cristo da satisfação momentânea. Um rei político que resolvesse o problema social que o pov o estava enfrentando. Hoje estão sendo criadas muitas religiões que procuram satisfazer a pessoa e não levá-la a verdadeira conversão. O verdadeiro seguimento de Jesus Cristo se faz muitas vezes na dor da partilha e da solidariedade.

O crer em Jesus é aceitar todo o seu processo de salvação. Não podemos dividi-lo em partes conforme nossa vontade. Quando Jesus fala que é o espírito que dá a vida, ele nos afirma que já temos presente em nossa existência o essencial para a nossa salvação. A palavra de Jesus é que nos leva a verdadeira vida. Percebemos muita oposição a esta verdade presente no imediatismo que o mundo vive. Somos arrastados a ir de encontro ao mais cômodo deixando de lado, muitas vezes os sacrifícios da vida, que vão nos forjando para o essencial.

A resposta de Pedro é cheia de fé e esperanç a no Senhor. Mesmo que o mundo nos ofereça muitas vantagens, elas são ilusórias em relação aos valores eternos. Podemos associar esta resposta de Pedro ao momento em que ele professa a sua fé em Jesus como sendo o Cristo, o Filho de Deus (Mt 16, 16). O plano de Deus em relação à salvação da humanidade é claro e objetivo. Ele não muda sua palavra e suas atitudes como muitas vezes nós gostaríamos que fosse.

Muitos cristãos consagrados pelo batismo se afastam de Jesus para tentar encontrar outras respostas no relativismo que a sociedade oferece. Até mesmo o próprio nome de Jesus é usado para afastá-lo dele. Ele é o pão vivo que desceu do céu para nos salvar. Para nos alimentarmos dele precisamos nos despojar de nós mesmos para sermos realmente livres na verdade.

Temos que ter a mesma coragem que Pedro teve de responder a nós mesmos que o seguimento de Jesus Cristo é o essencial em nossa vida para não nos perdermos nas coisas transitórias.

A presença de Jesus na Eucaristia é o maior tesouro que temos em nossa vida. Ele está no meio de nós. Devemos confiar nesta realidade e apresentar tudo o que somos nossas limitações e dificuldades para nos tornarmos novas criaturas em seu amor.

“Senhor Jesus ajuda-nos a olhar sempre para o que não passa para passarmos sobre o que passa”.

Rio Grande, 21 de agosto de 2006.

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FREI GIRIBONE

(Frei José Francisco Giribone Cardoso OCD)

Data de nascimento: 18/09/1964 - Rosário do Sul, RS.

Filho de Victor Manoel Cardoso e Maria Angela Giribone Cardoso.

Ingressou no Seminário Carmelitano Teresiano em Passo Fundo RS: 18.08.1982.

Fez seu noviciado em 1983 no Convento de São Roque, SP.

Profissão na Ordem dos Carmelitas Descalços: 29/01/1984.

Estudou Filosofia no Instituto de Filosofia em Curitiba, PR.

Estudou Teologia na Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre RS.

Ordenação Sacerdotal: 06/05/1990.

Trabalhou na Promoção Vocacional e formação inicial em Passo Fundo, RS: 1990-1995.

Curso de Espiritualidade em Santa Teresa e São João da Cruz em Ávila - Espanha: 1995-1996.

Segundo Conselheiro da Província Nossa Senhora do Carmo do Sul do Brasil: 1999-2001.

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Superior do Centro de Espiritualidade São João da Cruz em Porto Alegre: 1999-2001.

Mestre de Noviços: 1999-2001.

Pregador de Retiros Espirituais para leigos e sacerdotes.

Pregador de Cenáculos da RCC.

Faz parte do Conselho de Presbíteros da Diocese do Rio Grande, RS.

Coordenador de área pastoral da Diocese do Rio Grande, RS.

Trabalha na P astoral Carcerária da Diocese do Rio Grande, RS.

Orientador Espiritual da Comunidade Obra Nova em Pelotas, RS.

Orientador Espiritual da RCC - Rio Grande, RS.

Orientador Espiritual de diversos leigos.

Atualmente trabalha como Superior e Pároco na comunidade carmelita em Rio Grande, RS.

Endereço: Rua General Bacelar, 224 Rio Grande, RS CEP 96200 370.

freigiribone@vetorial.net

Friday, August 18, 2006

MARIA, A RAINHA DA GLÓRIA

MARIA ASSUNTA EM CORPO E ALMA AO CÉU.

Desde que o Brasil eliminou o feriado de l5 de agosto, a festa da Assunção de Maria que se celebra na Igreja Universal nessa data, passou para o domingo seguinte.

A festa não podia ficar esquecida no meio da Semana, não só porque celebra a Glorificação de Maria, mas, também, porque nos recorda uma das verdades fundamentais da fé cristã: Nossa Ressurreição, nossa Glorificação.

De fato, Maria Assunta ao céu em seu Corpo nos diz o que acontecerá, no “fim dos tempos” a cada um dos que crerem no Senhor Jesus.

Olhando Maria glorificada no céu, a Igreja contempla o futuro certo que a espera.

O prefácio da Missa da Assunção de Maria ao céu o diz tão belamente: “Elevada à Glória do céu, aurora e esplendor da Igreja triunfante, Maria é consolo e esperança de todo o povo ainda em caminho”.

“Nossa Senhora da Glória” e “Nossa Senhora da Vitória” são outras duas maneiras de chamar a Virgem Assunta ao céu, porque, alcançando a vitória final, Maria recebe hoje, toda a Glória possível para uma criatura humana.

No dia 1º de novembro de 1950 o Papa Pio XII proclamou verdade de fé que a “Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso de sua vida terrestre, foi assunta em Corpo e Alma à Glória celeste”.

Isto não significa que a Festa da Assunção tenha começado em 1950; apenas que naquele ano, o que sempre o povo acreditara e celebrara foi declarado dogma de fé, isto é, uma verdade da qual ninguém mais poderia duvidar, embora ela possa ainda ser aprofundada por novos estudos.

A Festa da Assunção é das mais antigas festas de Maria. Remonta ao século V, de onde temos notícia que se celebrava já no dia 15 de agosto, sem que saibamos a razão da escolha desta data. Não sabemos quando Maria terminou sua peregrinação terrestre. Não há nenhuma palavra a respeito, nos atos dos apóstolos (que conta a vida da Igreja nos primeiros tempos), nem nas cartas.

Há lendas que a fazem morrer em Éfeso, no litoral oeste da Ásia menor, para onde a teria levado João Evangelista.

Há estudos históricos que dizem ser quase certos que Maria terminou seus dias em Jerusalém e ter sido sepultada no Getsêmani, perto de onde Jesus começou a agonia e onde era o cemitério comum.

Quem visita o Jardim das Oliveiras, logo à entrada encontrará a antiquíssima Basílica da Dormição de Nossa Senhora.

Se a Assunção em Corpo e Alma ao céu se deu antes da morte ou depois da morte, é uma questão aberta na Igreja, isto é, tanto podemos aceitar que Maria morreu, como aceitar que ela não morreu.

Observemos o texto da verdade de fé que transcreveremos há pouco: “Ele não fala em morte, mas em terminado o curso de sua vida terrena”.

TEÓLOGOS E POVO UNIDOS NA VERDADE DE FÉ

Se a Assunção de Maria não está explicitamente contada em nenhum livro do Novo Testamento, como sabemos que ela foi elevada ao céu em Corpo e Alma ?

A Igreja não pode inventar verdades novas. Mas todas as verdades reveladas podem ser vistas de maneira nova, se os estudos trouxerem maior luz que deixe ver melhor o alcance da verdade.

O dogma de fé da Assunção de Maria se fez à medida que o estudo teológico chegava, vindo de muitos lados, à mesma conclusão. E o povo, com sua sabedoria histórica, seguindo os mestres ou antecedendo-se a eles, “iluminados pela graça e abrasados de amor para com aquela que é Mãe de Deus e nossa Mãe dulcíssima, compreendeu cada vez, com maior clareza a maravilhosa harmonia existente entre os privilégios concedidos por Deus àquela que o mesmo Deus quis associar ao nosso Redentor”( Sobre o assunto de Nossa Senhora No. 14 - Pio XII )

O dogma da Assunção é, portanto, fruto de séculos e séculos de estudo atento, partindo sempre da maternidade Divina-Humana de Maria, e da devoção sincera do povo, desde os primeiros tempos da Igreja.

b) DA POBREZA DA MORTE AO MÁXIMO DE GLÓRIA

Há uma pergunta que se faz freqüentemente: “Porque se fala Ascensão de Jesus e Assunção de Maria?

Ascensão vem do verbo Ascendere, que significa subir. Jesus subiu ao céu com o seu próprio poder, porque era Deus.

Assunção vem do verbo Assumere, que significa assumir. Maria foi assumida por Deus, foi elevada pela força de Deus, porque, embora Santíssima, era criatura humana, dependente como todas as criaturas.

Outra pergunta: Por que que na festa da Assunção se lê o Evangelho da Visitação de Maria a Isabel e o Cântico do Magnificat?

Normalmente, o Evangelho documenta as razões da celebração litúrgica. Como não há no Evangelho nenhum trecho que fala explicitamente da Assunção de Maria, a Igreja foi buscar uma página que falasse da grandeza de Maria.

Ora, a grandeza maior de Maria é ser Mãe de Jesus, Mãe de Deus.

Isabel reconhece a maternidade divina de Maria e a declara, por isso, “Bendita entre toda as mulheres”. E elogia Maria por ter acreditado no Senhor.

A Assunção é a glorificação desta fé sólida de Maria, e a coroação conseqüente de sua Maternidade.

O Magnifica é o resumo da História da Salvação. A Assunção é o ápice, para Maria dessa história, que passou pela obscuridade, pela pobreza, pela cruz e lhe exigiu o máximo de fé, de esperança, de dedicação.

c) NÓS EXALTADOS COM ELA

A festa da Assunção de Maria, ao mesmo tempo que nos faz contemplar a glória da Mãe de Deus, faz-nos pensar também em nosso destino.

A Assunção de Maria, ou seja, a glorificação da sua humanidade, sua “subida” aos céus em Corpo e Alma, sua união definitiva e completa com Deus - não é apenas a exaltação de Maria.

É também o início e a garantia do destino da Igreja, de todos os “santos”, de todos nós que seguimos a Cristo e a Maria nesta vida.

Uma festa assim, em que a liturgia quer nos comunicar alegria é também um apelo a pensar naquilo que é realmente importante. Naquilo que é permanente e perene. Naquilo que não passa e não se corrompe, como não se corrompeu o corpo de Maria Santíssima.

É um convite a pensar em Deus, no paraíso, na realização do desejo mais profundo e íntimo da nossa alma: a união com Deus, a contemplação daquele que é a Beleza sem defeito, a Verdade plena, o Amor sem limites.

É verdade que este pensamento de Deus e do nosso destino não pode estar presente a todas as horas em nossa vida.

São Bernardo, grande devoto de Maria e místico profundo, com viva experiência da união com Deus, dizia que muitas vezes não podemos deixar de voltar o nosso pensamento e nossa atenção às coisas passageiras: temos que cuidar de nossa alimentação, de nossa saúde, de nosso trabalho, das necessidades pequenas e grandes, imediatas e remotas, de nossos irmãos.

Mas isto não deve nos fazer esquecer que tudo isso está voltado para um fim mais alto e é na contemplação deste fim, que é o próprio Amor, Deus em pessoa, que podemos e devemos encontrar a maior alegria.

16.4- UMA MENSAGEM PARA A VIDA

SUBIR OU SER ELEVADO

Outro grande santo e místico, João da Cruz, pode nos ajudar a compreender um pouco melhor a nossa caminhada.

Pois, muitas vezes, muitos de nós temos dificuldades em pensar no céu, em Deus, na glorificação do nosso corpo, na eternidade junto de Maria e dos santos...

S. João da Cruz compara a nossa vida a uma montanha, a Carmelo.

Só lá em cima é possível encontrar a Deus.

Para chegar lá, é preciso subir.

Uns dão muitas voltas, para subir mais devagar.

S. João da Cruz preferia subir direto, o mais rápido possível.

Subir é aproximar-se de Deus.

Subir é, como subindo qualquer montanha, ter aos poucos uma visão do panorama, da realidade.

Subir é desfazer-se de ilusões, das falsas imagens, dos desejos voltados para as coisas pequenas.

Subir é abrir sempre mais o coração. Enquanto se sobe, a caminhada é difícil, fatigante.

Quando se chega lá em cima, pode-se respirar à vontade, olhar de todo lado, gozar de tudo.

Encontrar-se com Deus, subir até Ele, é também encontrar a plena realização de nosso ser, de nossos desejos.

Será, objetará alguém, que o homem pode realmente subir até Deus?

Quem nos dará as forças para tanto?

De fato, como diz Jesus no Evangelho de João, ninguém pode ir ao Pai se o Pai não o atrair.

Também de Maria Santíssima não se diz que “subiu” ao céu, mas que foi “Assunta”, assumida, elevada.

Só Deus pode nos levar até Deus.

Mas isso não deixa de ser, para nós, uma “subida” uma caminhada que nos leva mais perto dEle.

Uma caminhada ou uma subida em que nos é dado, de vez em quando, enxergar ou saborear o que será a chegada. Experimentar a alegria de senti-lo perto.

Experimentar e reconhecer os sinais, as provas do seu amor. É o que aconteceu com Maria, como pudemos ver no Evangelho de hoje.

Quando ela se encontra com Isabel, quando a alegria contagia até a criança que está ainda no ventre da mãe, Maria experimenta a graça de Deus e vê o que Deus realizará plenamente apenas no dia da Assunção: Deus exalta a sua serva humilde e todas as gerações a chamarão bem-aventurada!

Junto com seu destino, Maria vê também o nosso destino, o destino de todos os pobres, humildes e famintos.

Deus mantém suas promessas, os cumula de bens, os exalta.

Com Maria, então, nesta festa, vamos louvar e exaltar a Deus.

CREIO NA ASSUNÇÃO

Creio na Assunção de Maria ao céu, em Corpo e Alma, mesmo nas vésperas do ano 2000, na era da cibernética triunfante e no tempo em que tudo me fala de progresso científico, de divinização da matéria e de escalada às estrelas.

Creio na Assunção de Maria porque creio na Palavra de Cristo, a nos prometer um corpo glorificado, semelhante ao que ele mesmo ganhou, depois da morte.

Creio na Assunção de Maria porque creio também na palavra da Igreja, depositária da fé proclamada pelos apóstolos, mensageira daquela esperança

que lançou raízes no túmulo de Cristo e, graças à ressurreição dos mesmos,

se transformou em certeza para nós.

Creio na Assunção de Maria porque creio na beleza e no valor do corpo humano, criado à imagem e semelhança de Deus, bem sabendo que a imagem de Deus não pode ser engolida pela escuridão de um sepulcro, nem apagada para sempre das páginas da criação.

Creio na Assunção de Maria porque creio no destino final do ser humano, santificado pela graça do Pai, consagrado pela aliança com ele e purificado pelo sangue de Cristo. Destino final que não pode ser um cemitério ou um forno crematório - mas o de contemplar o rosto de Deus e o de estar com o cristo, onde Cristo estiver.

Creio na Assunção de Maria porque creio na exaltação dos pequeninos humilhados, dos pobres esquecidos, dos injustiçados sem voz, dos sofredores sem vez, dos abandonados sem proteção, dos misericordiosos descartados, dos mansos violentados...

Creio na Assunção de Maria porque creio na justiça de Deus que jamais deixa sem resposta e sem prêmio nossa fé e nossa esperança, nosso serviço e nosso sofrimento, nossa dedicação e nosso amor.

Creio na Assunção de Maria porque aguardo também a minha, a tua e a nossa “Assunção”, na casa e no coração do Pai.

UMA INESQUECÍVEL VIAGEM A PORTUGAL, ESPANHA E FRANÇA

16 A 25 DE OUTUBRO DE 2006

Neste dia 16 de outubro estaremos percorrendo os Santuários Marianos ou seja:

PORTUGAL: FÁTIMA E LISBOA,

ESPANHA: OBIDOS, SARAGOSA, MADRID, ETC,

E FRANÇA: LOURDES, PARIS.

E os Caminhos percorridos por São Vicente de Paulo, o Pai dos pobres

PARTICIPE DESTA PEREGRINAÇÃO CONOSCO E CONVIDE TAMBÉM OS SEUS PARENTES, AMIGOS E AMIGAS. VEJA O ROTEIRO DA VIAGEM em anexo e também no nosso site: http://www.padrelucas.com.br/

3. Envie um email para: gattuso@maxitravel.com.br,joaoalvaro@maxitravel.com.br, padrelucas@terra.com.br,

4. Telefone para (011)32374475 (031)34260069, dizendo: Eu quero ir nesta peregrinação.

UMA INESQUECÍVEL VIAGEM A GRÉCIA, TURQUIA E ISRAEL -16/04/07

Neste dia 16 de abril de 2007 estaremos percorrendo os Caminhos da Biblia e os Caminhos de São Paulo, e das Comunidades por ele fundadas ou seja:

ISTAMBUL – TROYA – CANAKKALE – PERGAMO – ESMIRNA – ÉFESO – KUSADASI - ATENAS – CORINTO – CRUZEIRO ILHAS GREGAS – TERRA SANTA

PARTICIPE DESTA PEREGRINAÇÃO CONOSCO E CONVIDE TAMBÉM OS SEUS PARENTES, AMIGOS E AMIGAS. VEJA O ROTEIRO DA VIAGEM em anexo e também no nosso site: http://www.padrelucas.com.br/

Envie um email para padrelucas@terra.com.br ou telefone para (031)34260069 dizendo: Eu quero ir nesta peregrinação.

3. Envie um email para: gattuso@maxitravel.com.br,joaoalvaro@maxitravel.com.br, padrelucas@terra.com.br,

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UM GRANDE ABRAÇO E MINHA BENÇÃO. Com grande amizade do Pe. Lucas

NA ESCOLA DA VIRGEM MARIA

Pe. Lucas de Paula Almeida, CM= Congregação da Missão

Como estamos no mês de agosto, mês vocacional, gostaria exatamente de considerar em Maria algumas luzes que brotam de sua figura para aqueles que são chamados ao sacerdócio. E começaria pela disponibilidade de Maria diante de Deus: "Eis aqui a Serva do Senhor", disse ela na Anunciação.
Nas mãos de Deus ela se colocou como um "sim" total. "Faça-se em mim segundo a tua palavra", foi sua resposta ao chamado do Senhor. Pois uma vocação sacerdotal é também um chamado de Deus. Do Deus que chamou Abraão de sua terra na Mesopotâmia, para fazê-lo patriarca de uma família incomensurável.
Do Deus que chamou Moisés para fazê-lo guia de seu novo povo.
Do Deus que chamou os profetas.
E chamou esses apóstolos nas margens do lago.
E chama de maneira muito pessoal e cheia de ternura: "Senhor, tu me olhastes os olhos - a sorrir pronunciastes meu nome".
Ao chamado de Deus é preciso responder generosamente. Como fez Maria. Com total disponibilidade. Para as alegrias, que serão as mais puras. Mais também para as tristezas, que não faltarão no caminho. Lembraria depois o louvor e a gratidão pelo dom de Deus. "Magnificat - Minha alma engrandece o Senhor. Ele fez em mim grandes coisas. Todas as gerações me proclamarão bem-aventurada".
Pois, o sacerdote também pode e deve reconhecer toda a grandeza da vocação que Deus lhe deu. E saber que essa grandeza celestial será louvada pelos fiéis. Tanto mais quanto mais o ministro do Senhor corresponder na sua vida às sementes de bondade que Deus nele plantou mais largamente.
Interessante ainda notar como o cântico da Virgem Maria põe em relevo a esperança dos pobres. Deus olha para eles e os socorre, enquanto dispersa os homens de coração orgulhoso e depõe do trono os poderosos. O que está muito na missão do padre: Ser aquele que olha pelos pobres e que não amarra seu coração à grandeza dos que têm na mão o poder e o dinheiro. Talvez, o notável das vocações sacerdotais de hoje, esteja em grande parte no desprendimento que tal vocação significa. Sem nenhum atrativo de grandeza terrena. Sem a auréola do status que os outros caminhos representam e que o próprio sacerdócio propiciou noutros tempos.
Hoje sobressai o aspecto do despojamento, que abre o coração para os pequeninos. A Virgem Maria foi aquela que soube ouvir e guardar a Palavra de Deus. E que teve a bem-aventurança da fé: "Bem-aventurada és tu que acreditaste" (Lc 1,45).
Pois o padre há de ser um homem de fé. Meditando na Palavra do Senhor e descobrindo cada dia como Deus caminha conosco. Para iluminar nosso caminho. Para nos dar segurança.
E inspirar nosso trabalho. Mesmo quando haja momento obscuro. Há uma certeza interior que não se abala, ainda quando em derredor o caminho não se apresenta tão claro.
O padre, na escola da Virgem Maria, deve ser capaz de irradiar essa certeza. E congregará o povo de Deus, ao redor da Palavra de Deus, mesmo que muitas palavras humanas estejam promovendo a dispersão, a desunião, a dúvida e a confusão.
No quadro das Bodas de Caná, apresentado por São João, há uma presença irradiante de Maria: "A Mãe de Jesus estava lá". E nessa presença, evidentemente, não sem o influxo dela, vê-se despontar uma comunidade unida pela fé: "Os discípulos creram nele" (Jo 2,1-11). Max Thurian faz o seguinte esplêndido comentário: No fim do encontro Maria e os discípulos formam uma comunidade messiânica unida na fé no Filho de Deus que acabou de manifestar a sua glória. Ali está o núcleo da Igreja em torno do seu Senhor, ouvindo a sua Palavra e cumprindo a vontade do Pai. Maria está presente nessa comunidade eclesial e pode-se imaginar o Cristo, enquanto contemplar esse grupo que está em torno dele, dizendo: "Eis aqui a minha mãe e meus irmãos. Porque todo aquele que fizer a vontade do Pai que está no céu, esse é para mim irmão, irmã e mãe". (Apud A. M. Serra - "Maria em Caná e junto à cruz")
Aí está uma fonte de inspiração para a fecundidade do trabalho sacerdotal. A Virgem Maria há de ajudar cada sacerdote no seu trabalho de guiar o povo de Deus e congregá-lo como guiou e congregou os apóstolos no começo do cristianismo. Sob seu olhar, feito de inspiração e de bênção, jamais o povo será "um rebanho sem pastor".(Mc.6,34).

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Curso livre para DJs Católicos com ElectroCristo dias 26 e 27de agosto.

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Curso completo de mixagem

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Vagas limitadas!

Data:
26 e 27de agosto

Horário: das 9h às 18h (sábado e domingo)

Local: Paulinas Livraria
Rua Domingos de Morais, 678 (em frente ao metrô Ana Rosa)

Valor: R$ 200,00 - em até duas vezes (1ª na matrícula e 2ª no início do curso)

Informações e reservas: (11) 8155-1475 com Léo Guimarães

electrocristo@electrocristo.com


Monday, August 14, 2006

Assunção de Nossa Senhora

MENSAGEM Nº. 360 - ANO VI FESTA DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

“A VIRGEM SANTÍSSIMA INTERCEDE POR NÓS PREPARANDO O CAMINHO DE NOSSA GLORIFICAÇÃO”.

Pax Domini sit semper vobiscum!!!

No próximo domingo celebramos a festa da Assunção de Maria. O Papa Pio XII (01 de novembro de 1950) declarou oficialmente que Maria foi glorificada por Deus e intercede por todos nós. Ela foi “elevada” ao céu por Deus pelo imenso merecimento que teve em aceitar a grande missão de ser a mãe do Salvador.

A devoção a Nossa Senhora é parte integrante da vida dos cristãos desde o início da sua história. Maria recebeu e recebe muitos títulos. Eles nascem conforme se sente alguma necessidade. Se recorremos às nossas mães em nossas dificuldades, é justo recorrermos a mãe de Jesus que é nossa mãe quando passamos por alguma tribulação.
Dentro do mês vocacional celebramos também o dia dos consagrados (religiosos). O religioso procura dar testemunho de Jesus através de seu carisma e de sua entrega a Deus pela alegria que brota de seu gesto de solidariedade na sua consagração.

ORAÇÃO: Deus eterno e todo-poderoso, que elevastes à glória do céu em corpo e alma a imaculada Virgem Maria, mãe do vosso Filho, dai-nos viver atentos às coisas do alto, afim de participarmos da sua glória. Por nosso Senhor Jesus Cristo na unidade do Espírito Santo. Amém.

EVANGELHO (Lc 01, 39-56):

Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judéia. Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Com um grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito o fruto de teu ventre! Como posso merecer que a mãe de meu Senhor me venha visitar? Logo que a saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”. Então Maria disse: “A minha alma engrandece o Senhor, e meu espírito exulta em Deus, meu salvador, porque olhou para a humanidade de sua serva. Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada, porque o todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor. O seu nome é santo, e sua misericórdia se estende, de geração em geração, a todos os que o respeitam. Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os soberbos de coração. Derrubou do trono os poderosos e elevou os humildes. Encheu de bens os famintos, e despediu os ricos de mãos vazias. Socorreu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, conforme prometera aos nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência para sempre”. Maria ficou três meses com Isabel; depois voltou para casa.

“Bendita és tu entre as mulheres e bendito o fruto de teu ventre!”

A devoção a nossa Senhora inicia no fato misterioso da Anunciação do anjo e da Encarnação do Verbo. A partir de sua aceitação do mistério de Deus presente em sua vida. Deus faz a Maria uma proposta de envergadura gigantesca. Maria é convidada a ser a mãe do Messias, do Cristo, enviado do Pai para salvar a humanidade. Nunca poderemos saber exatamente o que se passou no coração de Maria neste momento. É um mistério que vai acompanhar a história do cristianismo até o final dos tempos. Quando Maria aceitou ser a mãe de Jesus, ela aceitou a tarefa árdua de auxiliar Deus no plano de salvação de toda a humanidade.

O dogma da Assunção dá uma qualidade especial à missão de Maria. Por seus imensos merecimentos Maria é elevada ao Céu. Ela não irá passar pelo processo de glorificação comum como nós. Ela recebe, de imediato, a graça da ressurreição como merecimento de ter aceito ser a mãe do Salvador.

Deus “deseja” profundamente que o homem participe de sua felicidade. Ele não se conforma com a incapacidade de correspondência ao seu amor da parte do homem e por isto vai de encontro à sua fraqueza para salvá-lo. Maria faz parte deste desejo através do mistério da Encarnação do Verbo. Ela se torna instrumento essencial no plano de Deus. Na recuperação do homem perdido pelo pecado. Por Eva a humanidade cai na divisão do pecado e pelo sim solidário de Maria o homem se une novamente ao seu Criador. Pelo sim de Maria nos é restituída à capacidade de dizermos sim a Deus.

Na atitude de Maria de ir ao encontro de sua prima Isabel, percebemos uma forte disponibilidade e solidariedade na alegria. Esta é a característica dos que servem a Deus. Quando procuramos à concretização da vontade de Deus somos “desacomodados”. Saímos de nós mesmos e vamos ao encontro de Deus, de nós mesmos e de nossos irmãos. Este é o segredo da verdadeira felicidade: vencer nosso egoísmo e sermos solidários.

O homem moderno é infeliz porque não se conhece em profundidade. Erra em suas opções. A competição econômica reinante em nosso mundo é como o aguilhão do escorpião que se volta contra ele mesmo quando se sente encurralado. As pessoas estão sofrendo os efeitos do egoísmo, mas não querem sair desta situação.

A graça de Deus é capaz de fazer que nos valorizemos no sentido pleno da palavra. O canto do magnificat de Maria não é um canto de auto-suficiência de sua pessoa. Mas é a realidade que cobre aqueles que se sentem verdadeiros servos de Deus. Através da humildade vamos nos transformando no que o Senhor projetou para nós.

Maria está no céu gloriosa. Certamente muito preocupada com a nossa salvação. Ela realmente se considera nossa mãe pelo próprio mandato de Cristo nos últimos momentos em que estava na cruz entregando sua vida para nos salvar. Vamos sempre recorrer a Maria em todos os momentos de nossa vida e sempre estaremos fazendo o que seu Filho nos pede.

“Querida mãe do Céu. Olhe para vossos filhos que caminham na instabilidade da vida rumo ao Pai”.

Rio Grande, 14 de agosto de 2006.

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Ø Celebração Eucarística e Adoração ao Santíssimo Sacramento.

Ø Do sacramento da Reconciliação.

Ø Leitura Orante da Palavra de Deus - ler a Palavra em confronto com nossa vida.

Ø Ter uma profunda devoção a Virgem Santíssima – colocar Maria como modelo do nosso Sim ao projeto de Deus.

FREI GIRIBONE

(Frei José Francisco Giribone Cardoso OCD)

Data de nascimento: 18/09/1964 - Rosário do Sul, RS.

Filho de Victor Manoel Cardoso e Maria Angela Giribone Cardoso.

Ingressou no Seminário Carmelitano Teresiano em Passo Fundo RS: 18.08.1982.

Fez seu noviciado em 1983 no Convento de São Roque, SP.

Profissão na Ordem dos Carmelitas Descalços: 29/01/1984.

Estudou Filosofia no Instituto de Filosofia em Curitiba, PR.

Estudou Teologia na Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre RS.

Ordenação Sacerdotal: 06/05/1990.

Trabalhou na Promoção Vocacional e formação inicial em Passo Fundo, RS: 1990-1995.

Curso de Espiritualidade em Santa Teresa e São João da Cruz em Ávila - Espanha: 1995-1996.

Segundo Conselheiro da Província Nossa Senhora do Carmo do Sul do Brasil: 1999-2001.

Envia mensagens sobre os Evangelhos e Festas da Igreja desde 2000.

Superior do Centro de Espiritualidade São João da Cruz em Porto Alegre: 1999-2001.

Mestre de Noviços: 1999-2001.

Pregador de Retiros Espirituais para leigos e sacerdotes.

Pregador de Cenáculos da RCC.

Faz parte do Conselho de Presbíteros da Diocese do Rio Grande, RS.

Coordenador de área pastoral da Diocese do Rio Grande, RS.

Trabalha na Pastoral Carcerária da Diocese do Rio Grande, RS.

Orientador Espiritual da Comunidade Obra Nova em Pelotas, RS.

Orientador Espiritual da RCC - Rio Grande, RS.

Orientador Espiritual de diversos leigos.

Atualmente trabalha como Superior e Pároco na comunidade carmelita em Rio Grande, RS.

Endereço: Rua General Bacelar, 224 Rio Grande, RS CEP 96200 370.

freigiribone@vetorial.net